Letra e música: Francisco Diniz
João Pessoa – PB, 26/09/2002 – 17:00h
A Bm
Quando a vi em meio àquela procissão
A
De
pés descalços, linda, subindo a ladeira
Bm
Corri
tentando superar a multidão
A
Que
se arrastava apesar de toda a poeira
Cm#
Cantarolando
um bendito em gemedeira
Bm
Cm#
Lembrei
que escutara aquela dita cantiga
Bm
No
trem passageiro, por uma voz amiga
Cm#
Concluí
que o que chamava era o amor
Bm
E
diante de toda a gente eu encontrei uma flor
Cm# Bm Cm#
Bm A
Cujo
olhar insinuante dizia siga, siga, siga, siga, siga
Bm Cm#
Eu
que não sei onde está o que falava a canção
Bm Cm#
Já
não vou mais esperar pra viver essa emoção.
Bm Cm#
Eu
que não sei bem rezar, seguirei a multidão
Bm
Cm# Bm Cm#
Bm A
E
já não vou mais esperar pra viver essa ilusão, não, não, não.
Letra e música: Francisco
Diniz –nov./dez./1999- 07/01/2000
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E-mail: literaturadecordel@bol.com.br Fone: (83) 243-6724
Um
ser independente, dono desse chão
F#m Am
Que
em todo o continente foi vítima da ação
F#m Bm
De quem pregava um dia a civilização
Na
caça ou na pesca faz uso de arpão
De paz,
mas que na guerra o canto é oração
Espírito
da mata, sua religião
D
F#m
Bm
A
terra seu sustento; intrépida cultura
F#m Am
Do
verde o ensinamento que conduz a cura
F#m Bm
E
no sorriso, a força e brandura
E
nós que não sabemos como imitar
F#m Am
A
mensagem, o saber, o seu caminhar
F#m Bm
Na
direção do construir e do filosofar
Índio
sabe viver, sabe amar , construir sua raiz, preservar
Sofre
para poder salvar seu legado, sua história, seu ar.
Coisas de Sonhador
Letra e música: Francisco Diniz- 15/10/2001-18:00h e 30 min - 18/10/2001-11:00h
Am
Ah! Se eu pudesse eu só
vivia a sonhar, REFRÃO
Teria tempo e pouco a me preocupar. (Bis)
G Am
E viria o amor se alastrar,
G
Am
Onde a guerra jamais pudesse existir.
D7 E7 D7
A natureza cuidada, um velho a sorrir
E7 D7
Ao perceber que a miséria não há mais aqui
E7 D7 C7
Num mundo sem preconceito, sem discriminação.
Am
Ah! Se eu pudesse eu só
vivia a sonhar, REFRÃO
Teria tempo e pouco a me preocupar. (Bis)
G
Am
E poderia sem medo pelas ruas andar
G
Am
Pois o homem já não pensava em violência,
D7 E7 D7
Mas, no trabalho que havia com tanta freqüência,
E7 D7
Salário digno teria, lazer, vida com decência
E7 D7 C7
Onde barraco ou favela não fosse habitação,
D7 E7 D7 C7
O atendimento em saúde ao pobre dava atenção,
D7 E7 D7 C7
Que teria acesso também à boa educação.
Am
Ah! Se eu pudesse, eu só vivia a sonhar, REFRÃO
Teria
tempo e pouco a me preocupar (Bis)
Letra : Valentim Quaresma ...../...../.1995 - 30/ 01/ 2000
Música: Francisco Diniz -05/ 12/ 1999 – 12/ 02/2000
Introdução: Em Am Em Am
Em Am Em Am
Não
tenho nome, mas, ouço o que zombam de mim
Veja,
enxugue minha lágrima, lave minhas mãos, alfabetize-me;
D C D C D7(2)
Peço
respeito às leis feitas por todos vocês
Para
que eu possa um dia viver a cidadania
C Am C D7 (1)
Haja,
faça alguma coisa, preciso viver e também sorrir
Alerta, veja que o futuro depende de ti.
Baião de dois
Letra e música: Francisco Diniz- 05/12/99-18:00h - 06/12/99-02:10h
Introdução: G7+ Gb7+ E G7+ Gb7+ E G7+ Gb7+ D G7+ Gb7+ E Am
Ê, ê, ê! ê, ê,
ê!
Não vou inventar filosofia ou nova moda apresentar.
E Am
E Am
Por que estudar e aprender um outro jeito de falar?
O velho baião de dois no início e logo depois
G7+ Gb7+ D G7+ Gb7+ E
G7+ Gb7+ E G7+ Gb7+ E
Eu quero feijão com arroz! Por que vou ter que
mudar?
G7+ Gb7+ D G7+ Gb7+
E Am
E Am
Progresso chega depois, não preciso me explicar
Ê, ê, ê! ê, ê,
ê!
E
Am
E Am
Se se mostrar um mundo
novo eu vou saber como atuar?
Como pensar ou discutir, como propor ou dialogar?
Como assumir ou comprometer o refletir e o
conceituar?
REFRÃO
Planos para o Nordeste
Letra e música: Francisco Diniz
08/06/2002
– 09/06/2002 – 24/06/2002
Dm G G=
D7(2)
Pelos
cantos desse mundo que esteja a canção do Nordeste
Dm G G= D7(2)
C
D7(2)
Um
Gonzaga, a esperança, a luta de quem sempre a ama a vida nesse chão
C
D7(2)
Que
preza a certeza que um dia a seca não será mais nenhuma aflição
C D72 C
D72
Não,
não, não, não
Dm G G= D7(2)
Que
o meu povo não se esqueça do simples e do menestrel,
Dm
G G= D7(2)
C
D72
De
um Patativa cantador, do vaqueiro, feirante e do artesão,
C
D72
Do
lutar do agricultor que sonha
trabalhar com a irrigação
C D72 C D72
Irrigação,
irrigação, irrigação, irrigação
Dm
G
G= D72 C7 D72 C7
Dm G G= D72
E o saber lá da escola dê a oportunidade
Dm
G G= D72
Para todo o homem do campo e também aquele da cidade
C D7(2)
Que acabe a
miséria, o descaso e toda maldita corrupção
C D7(2) D72 C7
Que a nossa rica cultura permaneça sempre a trazer emoção.
O tempo não fica a esperar
Letra e música: Francisco Diniz- 22/01/2001-21:00h - 23/01/2001 – 01/02/2002
Am
Am
A vida passava
Bm5-/7
E você sorria
Dm
Não deu atenção
G
Ao trem da história
Dm
G
A Bb
A Bb
Não se enxerga o outro sem olhar
A Bb
Pra colher é preciso se plantar
A Bb
Mas, em cada dia cultivar
G
Am
A terra, o fruto, o bem, a paz, o amor, a natureza
G Am
Para celebrar a alegria e a beleza
G
Am
Há que se buscar a cura para a solidão
G
Am
E fazer feliz a mente, o corpo, o coração!
Letra e música: Francisco Diniz – 02/11/99- 05/11/99
Introdução:
D G
D G D
G D G
Sol
que resplandece /Lua clara ou morena
Sábia
natureza às vezes fria a encantar
Eu
que não conheço amor tão grande quanto o teu
Vivo
a contemplar que maravilha oh meu Deus
Matas,
animais, a água límpida ou voraz
Terra
que dá fruto e gera vida quer falar
Pede
mais carinho, mais amor, compreensão.
Chega
de ganância, chega de destruição.
O Brilho de um amor
Letra e música: Francisco Diniz – 02/11/99- 06/12/99- 01:30h
25/09/2000 (12:30h) – 22/01/2001 – 09/01/2002 (13:00h)
Introdução: G7+ Em G7+ Em
F G C
Ao olhar o horizonte hoje eu sei,
G7+ Em
Que o brilho, o encanto e o belo azul do mar
Serão poesia para um pescador,
F
G
Eterna alegria de um amor,
C F C
No canto onde vejo lucidez
F G
F
G
C F C
Que pensa em ter um mundo novo de poesia (REFRÃO)
Disse-me um sábio em sua timidez
F G
Como a semente ainda gera a flor,
Que se refaz, no alvorecer de um certo dia.
F G Am
Eu sei que o amor apareceu
F G C
Com brilho à brisa e a vida renasceu (REFRÃO)
F G Am
Um velho coração que ainda é teu.
Sândalo
Letra e música: Francisco Diniz
31/05/2002 – 10:00h
G C G
Sábio,
justo, singular
C G
Puro,
meigo ao se expressar
C D7
Tens
o dom de olhar e de quem lida
C7
D7
Para
ver o outro de alma engrandecida
C C7
Tens
já a compreensão
Igual
rio sem poluição
D7
Orgulho
da minha vida
G C G
Que
o tempo seja bom
C G
Que
a paz seja o tom
C D7
Que
o amor o ensinamento
Em C D7
Sândalo,
bálsamo, benção prometida,
Em C D7
Pétala,
tenda da minha vida.
Sândalo
Letra e música: Francisco Diniz
31/05/2002 – 10:00h
D G D
Sábio,
justo, singular,
G D
Puro,
meigo ao se expressar.
G A
Tens
o dom de olhar e de quem lida
G
A
Para
ver o outro de alma engrandecida.
G G7
Tens
já a compreensão,
Igual
rio sem poluição,
A
Orgulho
da minha vida.
D G D
Que
o tempo seja bom,
G D
Que
a paz seja o tom,
G A
Que
o amor o ensinamento.
Bm G A
Sândalo,
bálsamo, benção prometida,
Bm G A
Pétala,
tenda da minha vida.
Baião de dois
Letra e música: Francisco Diniz- 05/12/99-18:00h - 06/12/99-02:10h
Introdução: G7+ Gb7+ E G7+ Gb7+ E G7+ Gb7+ D G7+ Gb7+ E Am
Não vou inventar filosofia ou nova moda apresentar.
E Am
E Am
Por que estudar e aprender um outro jeito de falar?
O velho baião de dois no início e logo depois
G7+ Gb7+ D G7+ Gb7+ E
G7+ Gb7+ E G7+ Gb7+ E
Eu quero feijão com arroz! Por que vou ter que
mudar?
G7+ Gb7+ D G7+ Gb7+ E Am E Am
Ê, ê, ê! ê, ê,
ê!
E Am
E Am
Se se mostrar um mundo
novo eu vou saber como atuar?
Como pensar ou discutir, como propor ou dialogar?
Como assumir ou comprometer o refletir e o conceituar?
Baião de dois
Letra e música: Francisco Diniz- 05/12/99-18:00h - 06/12/99-02:10h
Introdução: D Db B
D Db B
D Db A
D Db B
Em
Não vou inventar filosofia ou nova moda apresentar.
B Em
B Em
Por que estudar e aprender um outro jeito de falar?
O velho baião de dois no início e logo depois
D Db
A
D Db B
D Db B D Db B
Eu quero feijão com arroz! Por que vou ter que
mudar?
D Db A D Db B Em B Em
Ê, ê, ê! ê, ê,
ê!
B Em
B Em
Se se mostrar um mundo
novo eu vou saber como atuar?
Como pensar ou discutir, como propor ou dialogar?
Como assumir ou comprometer o refletir e o
conceituar?
O Brilho de um amor
Letra e música: Francisco Diniz – 02/11/99- 06/12/99- 01:30h
25/09/2000 (12:30h) – 22/01/2001 – 09/01/2002 (13:00h)
Introdução: C D Em C D G C D Em C D G
Ao olhar o horizonte hoje eu sei,
D
Bm
Que o brilho, o encanto e o belo azul do mar
Serão poesia para um sonhador,
C D
Eterna alegria de um amor,
G C G
No canto onde vejo lucidez
C D
C D
G C G
Que pensa em ter um mundo novo de poesia (REFRÃO)
Disse-me um sábio em sua timidez
C D
Como a semente ainda gera a flor,
Que se refaz, no alvorecer de um certo dia.
C D Em
Eu sei que o amor apareceu
C D G
Com brilho à brisa e a vida renasceu (REFRÃO)
C D Em
Um velho coração que ainda é teu.
Letra e música: Francisco Diniz
João Pessoa – PB, 26/09/2002 – 17:00h
G Am
G Am
G Am
Quando a vi em meio àquela procissão
G
De
pés descalços, linda, subindo a ladeira
Am
Corri
tentando superar a multidão
G
Que
se arrastava apesar de toda a poeira
Bm Bbm
Cantarolando
um bendito em gemedeira
Am
Bm
Lembrei
que escutara aquela dita cantiga
Am
No
trem passageiro, por uma voz amiga
Bm
Percebi
que o que chamava era o amor
Am
E
diante de toda a gente eu encontrei uma flor
Bm Am Bm
Am G
Cujo
olhar insinuante dizia siga, siga, siga, siga,
Am Bm
Eu
que não sei onde está o que falava a canção
Am Bm
Já
não vou mais esperar pra viver essa emoção.
Am Bm
Eu
que não sei bem rezar, seguirei a multidão
Am Bm Am Bm
Am
Já
não vou mais esperar pra viver essa ilusão, não, não, não.
G Am
G Am